Pouco é muito
quando basta.
Quando o excesso
já não encanta.
Quando ter menos
é ter espaço.
Quando o silêncio
vale mais que o ruído.
Quando a pressa
perde o sentido.
Quando o simples
devolve a paz.
Quando a ausência
não deixa falta.
Quando o essencial
encontra morada.
Quando o desnecessário
fica para trás.
E quando a vida, enfim,
precisa de pouco para ser muito.









