A felicidade saiu por aí.
Ela está solta.
Ela não dome.
Ela quer abraçar alguém.
Ela encontrou você.
E nunca mais vai lhe abandonar.
A felicidade agora é você!
Concrecoisa é imagem, é palavra, é ideia, é filosofia, é ciência, é César Rasec, é qualquer coisa. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é a concrecoisa. rasec1963@gmail.com Direitos reservados e protegidos por lei. Uso de imagem e texto só com a autorização, por escrito, deste autor.
Ela está solta.
Ela não dome.
Ela quer abraçar alguém.
Ela encontrou você.
E nunca mais vai lhe abandonar.
A felicidade agora é você!
O cantor de ópera encanta com a sua voz.
O escritor encanta com as suas narrativas.
A pintora encanta com a sua paleta de cores.
A natureza encanta com a beleza sem fim renovada a cada dia.
Porém surgiu o desencanto.
Que insiste em acabar com a união da preposição "em" com a palavra "canto".
Os ensinamentos estão camuflados, diante dos olhos.
Porém, a celeridade dos dias de hoje modifica o olhar, dificultando os aprendizados.
Ficamos cegos!
Assim, passamos a não ver o que poderia ser visto.
Perdemos coisas boas que estão camufladas.
E sempre estiveram pertinho de nós.
Já a coisa ruim, quase sempre, também por ter camuflagem, engana cada olhar ao fingir ser uma coisa boa.
Nunca é tarde para encontrar uma coisa boa camuflada no viver diário.
E também nunca é tarde para saber distinguir o que é bom e o que é ruim.
O poeta deixou a cidade para trás
E encontrou na zona rural o refúgio do amanhã
Os passarinhos celebraram a sua chegada
E ganharam alpiste
As plantas agradeceram pelo chão molhado
E a velha meia furada virou troféu
Todo dia.
Sem perceber.
Cada ser.
Que procura um sentido para a vida.
Tem a possibilidade.
De fazer o agora acontecer.
Nunca é tarde
Assim a chama da paixão continua ardendo.
Caminhou.
caminhou...
ca-mi-nhou...
ca-mi-nhou...
A caminhada foi longa.
Restaram espinhos nos pés.
Restaram muitos espinhos nos pés.
Alguém vai tirar os espinhos.
Ufa!
Até amanhã!
Nova caminhada e mais bondades pelo caminho, mesmo com os espinhos.
Calma...
Alguém vai tirar os seus espinhos.
A bandeira branca foi hasteada.
Sem guerra, o herói chorou.
Ele ficou órfão da adrenalina, dos disparos da metralhadora e das condecorações por matar vários inimigos.
As migalhas do passado foram comidas pelos morcegos.
O sono passou a ser o único remédio para curar o medo.
A frente de batalha, agora, era o clarão do dia.